Hans Christian Andersen
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Novo Espectáculo de Marionetas "O Soldadinho de Chumbo"
Hans Christian Andersen
Espectáculo "O Soldadinho de Chumbo"
Como se trata de um trabalho dedicado à infância, apesar de os adultos e jovens também gostarem, o género musical do espectáculo foi escolhido cuidadosamente e com muito carinho.
Musicas clássicas de Vivaldi, Bach, Mozart, Grieg. Pascal Comelade, entre outras.
Representado em Livros Bidimensionais, técnica usada já em trabalhos antecedentes.
Porquê esta Historia ??
Porque fala de amor, da estima pelos brinquedos e da magia que é brincar. Fala de sentimentos como o amor, a perda, o ciúme, a coragem, a alegria, o destino e da grande aventura que é esta vida. Relata uma deficiência que por si só é bem vivida e insere valores de respeito, auto-estima e coragem para seguir em frente.
O Amor está presente em toda a peça.
Foi feita assim, é contada assim e é ouvida assim…
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
CC.CIRCUS CAFI lda
.jpg)
.jpg)
É um espectáculo musical e divertido, especialmente dirigido para crianças, embora a variedade de marionetas, a sua técnica de manipulação(fio, vara, varão e cabeçudos) e o seu ritmo,brincalhonas e travessas, prendem a este espectáculo todo o tipo de público.
.jpg)
É um espectáculo interactivo pois algumas crianças são chamadas a participar no espectáculo para manipular algumas marionetas
O cenário é uma enorme cabeça de palhaço, de cuja boca vão saindo todas as personagens: leões, patos, espantalhos, palhaços, acrobatas, alterofilistas,cavalos e muito, muito mais... terminando com todas as crianças a cantar dirigidas pelo maestro Maltrapinhas e efeitos pirotécnicos (que podem ser lançados em interiores)..jpg)
Publico Alvo: A partir dos 3 anos
Características técnicas: Espaço cenográfico com 8m² e 2.50m de altura
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Espectáculo "Bom Dia, Senhora Morte!!!"
Sensibilizar os espectadores na descoberta da riqueza do percurso da vida e valorizar todas as idades, incluindo o da velhice, é um dos objectivos desta peça de teatro de marionetas.
Representada com marionetas de mesa, conta a história de uma velhinha de 99 anos que é visitada pela Morte, a fim de a levar consigo. Mas o caso inverte-se, e em vez da velhinha morrer, a Morte vive... Desta forma o encontro, que deveria ser breve, prolonga-se numa alegre vivência entre ambas até à festa dos seus 100 aniversários...Até que o ciclo natural da vida se completa.
Infelizmente a nossa cultura não nos ensina a aceitar e respeitar a morte, ela é inevitável para todos nos mas só a partir de uma certa idade se pensa nisso, em consequência a maioria das crianças, jovens e ate adultos não valorizam a vida, actos e muito menos a sabedoria dos nossos velhinhos… esta peça pretende alterar isso… tudo o que fazemos enquanto jovens ira um dia ter sequências no futuro.
Falamos da Morte para aprender a Viver…
Tempo de duração: 60 minutos
Idades alvo: Familias - Todas as idades dos 6 em diante
Tempo de montagem: 2.30 horas
Tempo de desmontagem: 1.30 minutos
Dimensão de estrado (sempre que a sala não seja em anfiteatro): largura 4 m – profundidade 3 m – altura 60 cm
Condição da sala: Escura
Bonjour Madame la Mort
Bonjour Madame la Mort é um conto de Pascal Teulade com ilustrações de Jean-Charles Sarrazin (1997, l'école des loisirs, Paris), e ainda não se encontra traduzido para português.Há cerca de dois anos tive o privilégio de assistir, na Biblioteca José Saramago, em Loures, a um espectáculo de marionetas, de Mestre Filipe e das sua filhas, baseado neste conto. Despertou-me tal atenção que não descansei enquanto não consegui o livro. E, apesar do tema ser, aparentemente, a morte o texto leva-nos por outros caminhos como a amizade e o companheirismo. Daí que possa ser perfeitamente contado aos mais pequenos. Aliás, trata-se de literatura para a infância.Na imagem pode ver-se a morte festejando o aniversário da velha, que a tinha deixado entrar em sua casa, porque, vendo muito mal, não a reconheceu como tal, tendo-a confundido com um rapariga magra, cheia de fome. Após uns dias de alegre convívio a morte anuncia que tem de partir. Então a velha diz-lhe que não a deixa ir sozinha e que decidiu ir com ela.