segunda-feira, 3 de maio de 2010

Feira do Livro de Macedo Cavaleiros

Tivemos na abertura da Feira do Livro de Macedo de Cavaleiros...


Onde realizamos o espectáculo "O Soldadinho de Chumbo" para todas as pré-escolares do concelho...

No fim do espectáculo as respectivas escolinhas tiveram uma surpressa!!!... o Municipio ofereceu o Livro "O Soldadinho de Chumbo" a cada uma, para que podessem levar, ler e reler as vezes que quiserem... :))

segunda-feira, 29 de março de 2010

"A Meia Desemparelhada"

“A Meia Desemparelhada” de Cristina Norton e Danuta, Publicações Dom Quixote
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“Era uma vez, no fundo de uma gaveta, uma meia azul”

Assim começa a historia “A Meia Desemparelhada”.
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Das meias preferidas do João, uma perde-se.

A Meia Desemparelhada, conta então às suas colegas de gaveta a história do seu nascimento. Desde a origem do algodão, passando pela fábrica, até se tornar uma Meia. Conta ainda o “mito” das Meias Perdidas.

Esta Meia tem a sorte de ser reutilizada e ser transformada num boneco, pois era a meia de estimação do João.
Depois do Espectáculo é realizado uma Oficina onde as crianças construem uma marioneta de luva com meias desemparelhadas.
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Nota: Estas fotos foram tiradas nos espectáculos integrados no projecto "Teatro nas Escolas" da Câmara Municipal de Portimão

Projecto "Teatro nas Escolas" de Portimão

Aqui ficam algumas fotos do espectáculo "O Soldadinho de Chumbo", realizado para escolas do pré integrados no projecto "Teatro nas Escolas" da Câmara Municipal de Portimão





terça-feira, 2 de março de 2010

Espectáculo "O Soldadinho de Chumbo" na Biblioteca de Torres Vedras

Fotos do espectáculo “O Soldadinho de Chumbo”, realizado na Biblioteca Municipal de Torres Vedras integrado no programa das Comemorações do Centenário Nacional da Implantação da Republica.




sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

"O Tesouro" ideal para as Comemorações do Centenário Nacional da Implantação da Republica

Espectáculo “ O Tesouro” de Manuel Antº Pina em cena todo o ano ideal para as Comemorações do Centenário Nacional da Implantação da Republica, sendo também um texto aconselhado pelo Projecto Ler+.

É percebendo o passado que entendemos o presente…esta peça relata de uma forma transparente e directa um período difícil da Republica (da ditadura à democracia).

« 3 de Junho de 1926 – o nosso Pais passa a ser governado em Ditadura, pois forma governo sem nomeação pelo Presidente da Republica e sem o Parlamento estar reunido. A Ditadura prolongar-se-ia até ao 25 de Abril de 1974. »

Acreditamos que as coisas NÃO acontecem por acaso, nem sozinhas…todos nós somos e devemos assumir a responsabilidade do caminho que segue a politica do nosso Pais. Esta peça é só uma gota de água…

Esta peça é uma mais valia para a cultura do nosso Paìs, transformando-se numa iniciação à Politica junto dos mais novos, consciencializando-os da importância da participação activa em todos os assuntos do pais e do voto, meio principal de acesso e postura frente a uma Republica Democrática.

Sendo um espectáculo realizado em Livros Bidimencionais e de um autor Português ele é também um trunfo de sensibilização à leitura.

100 Anos de Republica, num País construído e conquistado por “Reinados”… Um Reina, outro Governa, o Povo Ordena… Mas para ordenar é preciso Saber! Para saber, é preciso Aprender! Para aprender, é preciso Ensinar.





Estreado em 2006, este espectáculo tem um grande impacto junto do público em geral, como no publico mais jovem (escolas).

Espectáculo para a educação à cidadania.
Um resumo lúdico e pedagógico sobre a liberdade, o antes e o depois, a tristeza e o medo, a luta e finalmente a LIBERDADE…

Esta peça, contemporânea e verídica, foi baseada numa pesquisa rigorosa de músicas, poemas, diálogos, comunicados, vestuário, arquitectura, registos e memórias do povo.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Workshops de Iniciação às Marionetas

O Workshop pretende sensibilizar os interessados para o mundo maravilhoso e multifacetado que é "A Arte das Marionetas" favorecendo a auto confiança e o prazer de descobrir um novo universo artístico, permitindo desbloquear barreiras na simplicidade do acto criativo.

Os objectivos estão em promover e divulgar uma vertente importante de teatro, Teatro de Marionetas, e desenvolver a criatividade e as capacidades na área das expressões plásticas. Ele pode servir como instrumento a aplicar no ensino e/ou terapia utilizando técnicas de construção acessíveis e de fácil manipulação.

O Workshop para além do publico em geral (crinças, jovens ou adultos) poderá igualmente ser tecnicamente orientado para Professores, Educadores de Infância, Animadores sócio culturais, Monitores de ATL’s , Técnicos de Biblioteca, Hospitalar, e outros..

Terá a carga horária de 12 horas (2h/dia) com um número de 15 participantes.

Tem como finalidade que todos os participantes:

-Saibam trabalhar em grupo (respeito e partilha)

-Saibam construir marionetas (dentro da técnica dada)

-Aprendam a manipular, dramatizando e improvisando contos.

-Consigam montar e representar um espectáculo (texto, som, palco)

Datas previstas: ABRIL-Dias 5 a 10 / SETEMBRO-Dias 13 a 18

Horario Pos-laboral a combinar (18h/19h/20h)

Para inscrição serão necessarios os seguintes dados:

-NOME

-MORADA

-CONTACTO

-HORA (preferida)

-INTERESSE

-TECNICA DA MARIONETA (a,b,c,d ou e)

Veja mais informações em: http://www.cafistaff.blogspot.com/

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

DIA DOS NAMORADOS - São Valentim

Origem: Wikipédia
São Valentim, (ou Valentinus em latim), é um santo reconhecido pela Igreja Católica e igrejas orientais que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim. O nome refere-se a pelo menos três santos martirizados na Roma antiga.
Durante o governo do imperador Cláudio II, este proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que os jovens, se não tivessem família, alistar-se-iam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens mandavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor... Entre as pessoas que o faziam havia uma jovem cega: Asterias, filha do carcereiro a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram por se apaixonar e milagrosamente a jovem recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270.
Por isso o dia 14 de fevereiro, festa do santo, é considerado, em muitos países, como o dia dos namorados.

O SOLDADINHO DE CHUMBO-dia dos namorados


Porquê esta Historia ??
Porque fala de amor, da estima pelos brinquedos e da magia que é brincar. Fala de sentimentos! Como o amor, a perda, o ciúme, a coragem, a alegria… do destino e da grande aventura que é esta vida. Relata uma deficiência, que por si só é bem vivida! Insere valores de respeito, auto-estima e coragem para seguir em frente.

O Amor está presente em toda a peça.
Foi feita assim, é contada assim e é ouvida assim…

Houve, em tempos idos, um fabricante de brinquedos que derreteu uma velha panela e, com o material resultante, fabricou 25 soldadinhos de chumbo. Todos os Soldadinhos eram igualmente galhardos, com os seus uniformes brancos e vermelhos, majestosos chapéus azuis e as espingardas ao ombro. Apenas um deles, o vigésimo quinto, era ligeiramente diferente dos seus irmãos: tinha somente uma perna, pois o chumbo não tinha chegado. Contudo, mantinha-se em pé tão graciosamente como os outros.


Como se trata de um trabalho dedicado à infância, apesar de os adultos e jovens também gostarem , o género musical do espectáculo foi escolhido cuidadosamente e com muito carinho.
Usamos Musicas clássicas de Vivaldi, Bach, Mozart, Grieg., Pascal Comelade, entre outras.


Terminamos este espectáculo com danças divertidas incluindo jogos vários que envolve o ambiente de forma alegre e saudável, onde toda a gente participa!

JOGOS: Da Porca e do Parafuso/da Vassoura/do Ovo na Colher/outros

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

HOJE HÁ PALHAÇOS - Carnaval

É um espectáculo livre, divertido, interáctivo que não prende o público com a sua história pois os vários “sketes” que vão aparecendo são curtos deixando tempo para entrarem ou saírem grupos (turmas, pais e filhos, outros) sem perderem o decorrer da animação. É uma barraca que se monta em qualquer espaço (interior, exterior, centros culturais, comercias, escolas, bibliotecas, rua), desde que tenha visibilidade para o público ver e terá que ter um “ponto de luz” para aparelhagem sonora. Esta aparelhagem poderá dar apoio também ao espaço de animação.




Como o Entrudo pede, as palhaças CAFI em cada intervalo de cada cena interagem com o público, mandam serpentinas, atiram balões, e podem participar no decorrer da animação do espaço.

A FANTOCHADA DAS MARIONETAS - Carnaval


É um espectáculo de diversão, lúdico e musical que utiliza vários tipos de marionetas
- de fio, de luva, de varão e de mesa.
A diversidade de marionetas, a sua técnica de manipulação e o seu ritmo prendem os mais pequenos na sua imaginação.


(alguns serão chamados a participar pois existem marionetas que são por elas manipuladas,
o que torna este espectáculo interactivo)
Com um cenário bastante fácil de montar... por trás de umas cortinas bem vistosas saiem duas palhaças – CA`FI que lutam/insistem com o seu espaço de actuação pois ambas chegaram ao mesmo tempo! Decidindo juntarem-se para apresentar o magnifico teatro de marionetas conseguem com os seus amigos “PATATA”, “PATOSAPATÕES”, “CONTROCIONISTA GIRAFA”, “GLORIOSO ESPANTALHO”, “PALHAÇOS” entre outros, encantar..

Necessitamos só de um ponto de luz e de um sitio onde guardar as malas.
Poderá terminar com efeitos pirotécnicos que podem ser lançados em interior.
Elas podem ser organizadoras e/ou apresentadoras de programas.
E podem levar aparelhagem consigo!
(para eventos escolares, recintos pequenos, pavilhões, outros)

OS 4 CABEÇUDOS - Carnaval

São personagens muito sensíveis que decoram e iluminam todo o espaço só de olhar para eles. Eles não falam! Mas são carinhosos com as crianças, acompanham-nas nos seus desfiles de carnaval e atiram Confetis e Papelinhos em qualquer altura propícia.
Encantam os graúdos e pequerruchos!

São eles o AMORES, que distribui a semente do Amor, é o BOLINHAS que é um palhacinho simpatiquíssimo e muito brincalhão, è o nosso PALHAÇAO que só faz diabruras! Esconde-se, prega sustos, tropeça vezes sem conta, é um autêntico desastrado!!

E por último o nosso FELIZARDO que consegue com as suas enormes calças trazer montes de surpresas, desde balões, a confetis, a qualquer coisa que queiram distribuir (panfletos, ofertas da entidade promotora, outros)

Estes GIGANTONES podem andar juntos e fazer “performances” como podem andar separadamente.

ENTRUDOS TRAQUINAS - Carnaval

LANZUDO, NARIGUDO, ESTRELINHA, RATOLA e VESGAS

São 5 ENTRUDOS que animam um espaço com brincadeiras e partidas. Eles podem andar sempre juntos, fazendo “performance” com os seus guarda-chuvas coloridos, atirando serpentinas e confetis, como fazerem jogos de interacção com o publico existente, crianças e adultos (jogos, rodas e cantigas). Eles podem também actuar individualmente.

Os 5 animadores que envergam estes “CABEÇUDOS” podem acompanhar os cortejos carnavalescos, como serem orientadores de um programa num espaço (encaminhar o publico jovem para certo sitio, trazê-los do autocarro para o recinto de animação, etc.) como podem apenas colorir esses espaços com as suas graças. Eles fazem balões moldáveis e comunicam com apitos, podem também distribuir balões de hélio às crianças! São uns verdadeiros TRAPALHÕES próprios desta época.


Eventualmente, estes cabeçudos poderão ser cedidos (alugados) aos animadores do espaço (professores, entidade organizadora, etc.), ficando responsáveis pela sua animação.

HISTORIA DO CARNAVAL


O carnaval é considerado uma das festas populares mais animadas e representativas do mundo.
A palavra "carnaval" está, desse modo, relacionada com a idéia de "afastamento" dos prazeres da carne marcado pela expressão "carne vale", que, acabou por formar a palavra "carnaval".

Em geral, o Carnaval tem a duração de três dias, os dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas. Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, estes dias são chamados "gordos", em especial a terça-feira (Terça-feira gorda, também conhecida pelo nome francês Mardi Gras), último dia antes da Quaresma. Nos Estados Unidos, o termo mardi gras é sinônimo de Carnaval.

No período do Renascimento as festas que aconteciam nos dias de carnaval incorporaram os baile de máscaras, com suas ricas fantasias e os carros alegóricos. Ao carácter de festa popular e desorganizada juntaram-se outros tipos de comemoração e progressivamente a festa foi tomando o formato actual.
O costume de se brincar no período do Carnaval foi introduzido no Brasil pelos portugueses, provavelmente no séc. XVI, com o nome de Entrudo onde as pessoas jogavam uma nas outras, água, ovos e farinha. Como em todos os Países e culturas, o Entrudo acontecia num período anterior a quaresma e, portanto, tinha um significado ligado à liberdade. Este sentido permanece até os dias de hoje no Carnaval.
Já na Idade Media, costumava-se comemorar o período carnavalesco em Portugal com toda uma série de brincadeiras que variavam de aldeia para aldeia. Em algumas notava-se a presença de grandes bonecos, chamados genericamente de "entrudos".

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

PALHAÇAS CAFI - Carnaval

Estas palhacinhas não metem medo a ninguém como alguns palhaços “rudes e brutos” que encontramos por aí…mas teem uma coisa que as caracteriza… além de serem muito teimosas, meigas e simpáticas, estão sempre com opinião contrária, pois se uma acha que vai chover a outra acha mesmo é que vai fazer sol! Isto só visto…


Elas podem igualmente ser organizadoras e/ou apresentadoras de programas. E podem levar aparelhagem consigo! (para eventos escolares, recintos pequenos, pavilhões, outros)
Podem também estar em qualquer recinto a realizar pinturas faciais nos seus Camarins “Espelhos Mágicos”.

TRADIÇÃO DE GIGANTES, GIGANTONES E CABEÇUDOS

Excerto de “Tradição que veio para ficar” Por Paulo Julião no Diário de Noticias
Imagem retirada da festa da senhora d´agonia,Viana do Castelo


Com quatro metros de altura, um peso que varia entre os vinte e os trinta quilos e uma enorme cabeça de pasta de papel, os gigantones não passam de figuras humanas de grandes dimensões suportadas por uma estrutura com a forma de um corpo e onde o homem que o manuseia se introduz, carregando o boneco apoiado nos seus ombros. Os movimentos, claro está, são dificultados por causa do peso e equilíbrio, mas procuram andar (ou balancear) ao som do ritmo, sempre de forma solene. À volta destes apresenta-se o conjunto oposto qual grupo de "bobos da corte", os cabeçudos são personificados por rapazes vestidos de forma desleixada que, num bailado quase tresloucado onde sobressai a enorme cabeça usada como máscara, fazem a animação popular. Representam uma pequena corte, ou mais simplesmente um rancho de filhos, que dançam, rodopiam e provocam, contagiando todos com o seu ritmo e alegria. Dado o seu carácter folião, os cabeçudos, segundo a tradição, assumem por vezes formas não humanas de diabos ou monstros de língua de fora. A introdução dos gigantones e cabeçudos nas festas e romarias portuguesas, directa ou indirectamente, foi feita através da região espanhola da Galiza, com a importação do costume, em 1893, para a Romaria d'Agonia, em Viana do Castelo. Como explicou ao DN o historiador Alberto Abreu, o gigantone português deriva da tradição galega em que era promovida uma exibição de gigantones e cabeçudos junto ao túmulo de Santiago. "Um vianense achou muita graça àquilo e resolveu trazê-la para as festas de Viana do Castelo, no século XIX, quando se estava a criar o figurino da romaria. Na altura foi mais um número, mas depois acabou por ficar como número". Popularizada em Viana do Castelo, onde se assumiu no decorrer do século passado como símbolo da "rainha das romarias de Portugal", a tradição vingou, já que se "encaixou na memória colectiva" do povo que ainda recordava mitos antigos, desaparecidos no tempo. Também conhecidos como "gigantes de cor-tejo", o povo acabaria por importar da cultura galega não só o número em si mas o nome de gigantone. A tradição é, contudo, bem mais antiga, e para Alberto Abreu tem a sua origem nos contos de bons e maus gigantes inspirados na mitologia germânica, mais tarde popularizados em histórias infantis. Aparecendo sempre indissociáveis das figuras gigantes, os cabeçudos representam também uma deformidade, neste caso na cabeça, e são inspirados, essencialmente, nos gnomos da floresta, "normalmente génios bons". Estas figuras já estão bem enraizadas na cultura popular portuguesa, podendo ser apreciadas em grande parte das grandes romarias espalhadas pelo Norte do País, como forma de assinalar o início das festividades tradicionais.

Bem Vindos ao novo Ano :)

As Manas CAFI dão as boas vindas a todos ao novo ano 2010... :)... e ao ENTRUDO!!!

A vida são 2 dias e o Carnaval são 3... e nós temos 5 (espectáculos/animações) para esses dias...

Seguidamente poderão ver o que preparamos e conhecer um pouco da historia do Carnaval.

Divirtam-se e façam da vossa vida uma festa!!!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Mensagem das Manas CAFI sobre a Homenagem de Mestre Filipe,seu Pai

“Uma pessoa só morre, quando a ultima pessoa que o recorda morre” era uma das frases que muito usava…

Na verdade achamos que ele não morreu… simplesmente não acordou… era o dia 23 de Abril “Dia do Livro”!!

Fez o velório no dia 24 e o seu corpo foi a cremar junto aos foguetes do 25 de Abril…
Ganhando assim a liberdade de toda a prisão sentida numa cadeira de rodas.

Os seus desejos eram simples:
Quando morresse queria ser cremado
E que fizéssemos uma grande festa…
Não queria que ninguém fosse vestido de preto e se pudesse queria ir nu.
Queria que puséssemos músicas alegres a tocar e que o recordassem em vida… vivo.

Foi isso que fizemos!!…

Obrigada ao Museu (Maria José, Colegas e toda a equipa) por nos ter recebido e apoiado nesta grande festa de Homenagem.
Foi um prazer enorme estar e representar nesta casa das marionetas que promove e acolhe a nossa área.

Obrigada a toda a família. Que sempre nos abriram a porta nas suas visitas inesperadas e nos acolheram como a um irmão. Os laços que criou e a sua insistência no nosso convívio fizeram com que nos uníssemos a todos.

Obrigada a todos os amigos de “A” grande, aos que viveram, aos que apoiaram, aos que continuam a apoiar, aos que amaram, trataram, cuidaram, incentivaram, ralharam e viveram com o Luis, nosso Pai, Nosso Mestre, nosso Amigo… obrigada por uma vida inteira de companheirismo… obrigada por terem estado presentes nestes últimos anos em que ficou numa cadeira de rodas, onde tiveram cada um de vocês um papel tão importante e que sempre tiveram lá… não citamos nomes, pois felizmente a lista é longa…

Um especial e muito grande obrigada ao inseparável e incansável amigo “xico”, que nunca o deixou e manteve-se sempre presente em todos os momentos de felicidade, angustia e dificuldades, quer a nível de trabalho, quer a nível pessoal… Obrigada pelo amor, carinho e apoio que sempre lhe deu e que nos continua a dar a nós.

E por último, obrigada aos colegas marionetistas e a todos os que apareceram, mesmo aqueles que não chegaram a conhecê-lo (mas que nos conhecem a nós), por terem estado presentes nesta grande festa.

O nosso grande OBRIGADA aos que aceitaram o nosso desafio de participar nesta Homenagem: Gil (S.A.Marionetas), Delfhim Miranda, Victor Balde, Amélia Caetano, Rosário Severo, António Mota, Brote, Cila.

Aqui ficam algumas fotos do dia 12 de Dezembro